Grupo Linguagem e Cognição lança coletânea digital de Filosofia: Obra pode ser baixada gratuitamente e é o 4º volume de uma série publicada pelo projeto

 Por Jacqueline Freire - jornalista (12/02/2021 11h48)


Ao lançar o 4º volume: Escritos de Filosofia IV: Linguagem e Cognição, o Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição da Universidade Federal de Alagoas (Ufal/CNPq) apresenta, nesta edição totalmente digital e gratuita, uma coletânea de textos filosóficos que refletem os significados de elementos da alegoria da caverna.

A obra, que teve a participação de 22 pesquisadores, vindos de 19 instituições de ensino superior do Brasil e uma estrangeira, totalizando 21 capítulos, foi lançada em dezembro de 2020 e pode ser acessada diretamente no site da Editora Fi.

Segundo o professor Marcos Souza, um dos organizadores da obra junto com o professor Maxwell Filho, o leitor terá a oportunidade de revisitar e revisar temas e autores tradicionais da Filosofia Analítica, como o tema da explicação (neo)descritivista de termos gerais; elementos básicos do pensamento de alguns autores como Frege, Quine e Lewis, além de Putnam, Fodor, Davidson e Kripke.

“Percebe-se assim, o valor da diversidade de temáticas, de autores, de abordagens e da interligação de áreas de investigação que este volume contempla. É uma pequena amostra da vitalidade do pensamento filosófico em torno do ‘âmbito’ que comentávamos no início desta apresentação, assim como é expressão da força de investigação de nossos colegas pesquisadores de Filosofia”, disseram os organizadores.


Outros títulos


Em 2014, com a realização do 1º Encontro Linguagem e Cognição da Ufal, foi lançado o primeiro volume da série de livros de coletâneas produzidos por participantes do evento e por convidados: Escritos de Filosofia: Linguagem e Cognição, em 2015.

Segundo o professor Marcos Souza, este processo de promover os Encontros, editar e publicar textos de colegas pesquisadores envolvidos, direta e indiretamente com o âmbito de investigação ou com os Encontros, repetiu-se duas vezes até o momento.

Em 2017, foi lançado o Escritos de Filosofia II: Linguagem e Cognição (volume 2) e, em 2019, veio o Escritos de Filosofia III: Linguagem e Cognição (volume 3). “Ao todo, nestes três volumes, tivemos a contribuição de 40 pesquisadores, produzindo 37 capítulos, provenientes de 12 instituições de ensino superior do Brasil, especialmente, do Nordeste brasileiro”, contou o pesquisador.

Além dos quatro volumes desta série, os organizadores também editaram o Dossiê Linguagem e Cognição, na Revista Prometheus, em 2020. “Isso mostra capacidade de mobilização de pesquisadores, perseverança editorial e temática nas publicações”, afirmou.

Os organizadores também lideram o Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição da Ufal, como foco de fomento à investigação dessas temáticas, além de serem os idealizadores e promotores, junto com os demais membros do grupo, dos vários encontros realizados até o momento: já são sete edições.


Fonte: Página da UFAL


Grupo de Pesquisa da Ufal promove 7° Encontro Linguagem e Cognição: Atividade acontece no dias 14, 15 e 16 de dezembro, às 17h, pelo Youtube

 


Por Blenda Machado – estagiária de Jornalismo
11/12/2020 10h11

 

O Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizará o 7° Encontro Linguagem e Cognição nos dias 14, 15 e 16 de dezembro. A transmissão será das 17h às 20h, pelo Youtube. As inscrições são gratuitas e os interessados podem clicar aqui para inscrever.

De acordo com a organização, o evento quer discutir sobre as temáticas de Filosofia da Linguagem, Filosofia da Mente, Epistemologia, Filosofia da Ciência, Ciências Cognitivas e Lógica. Nas edições anteriores participaram pesquisadores de várias partes do Brasil.

Além dos quatro volumes desta série, o grupo de pesquisa também editou o Dossiê Linguagem e Cognição, na Revista Prometheus, em 2020, o que mostra capacidade de mobilização de pesquisadores, perseverança editorial e temática nas publicações. Muitos dos textos que serão apresentados neste 7° Encontro Linguagem e Cognição estão gratuitamente disponíveis neste número especial da Prometheus.

Os certificados serão emitidos para as pessoas que participarem dos três dias de evento. Para tanto é preciso fazer sua inscrição no site do evento, na plataforma Doity, bem como assinar a lista de frequência de todos os dias do evento. Para mais informações acesse a programação aqui.

 

Sobre o grupo

 

Em 2014, a mobilização do pensamento neste âmbito de investigação filosófica, expressa nos quatro livros do grupo de pesquisa, com a realização do 1º Encontro Linguagem e Cognição da Ufal, gerou o primeiro volume da série de livros de coletâneas produzidos por participantes e por convidados: Escritos de Filosofia: Linguagem e Cognição, em 2015.

Em 2017, do Escritos de Filosofia 2: Linguagem e Cognição e, em 2019, do Escritos de Filosofia 3: Linguagem e Cognição. Ao todo, nestes três volumes, houve a contribuição de 40 pesquisadores, produzindo 37 capítulos, provenientes de 12 instituições de ensino superior do Brasil, especialmente, do Nordeste brasileiro.

O mesmo processo se repetiu mais uma vez para a confecção da quarta coletânea, Escritos de Filosofia 4: Linguagem e Cognição, que será lançada neste mês de dezembro pela Editora Fi. Essa edição conta com a contribuição de 24 pesquisadores, oriundos de 18 instituições de ensino superior brasileiras e uma estrangeira, produzindo 21 capítulos.

 


Fonte: Página da UFAL


VII Encontro Linguagem e Cognição (Resumos): 14, 15 e 16 de Dezembro às 17h (Transmissão pelo YouTube)


14 de Dezembro (17 às 20 horas/YouTube)

Róbson Ramos dos Reis (UFSM/CNPq)

FENOMENOLOGIA HERMENÊUTICA E AS NOÇÕES DE CONFIANÇA E MEMÓRIA CORPORAL NA DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA DA ENFERMIDADE

RESUMO: No presente artigo, é desenvolvida uma abordagem fenomenológico-hermenêutica da enfermidade. Partindo da descrição da dúvida corporal apresentada por Havi Carel, são identificados dois fenômenos de base que condicionam o sentimento corporal nuclear na experiência da enfermidade: confiança corporal e memória corporal procedimental. Para cada um desses fenômenos, é apresentada uma abordagem fenomenológico-hermenêutica, que consiste em explicitar os compromissos ontológicos implicados nos conceitos que descrevem a sequência de desenvolvimento da confiança infantil e a estrutura das aptidões capazes de formar capacidades habituadas. Tais compromissos são explicitados com base no pluralismo ontológico hermenêutico exemplificado na ontologia fundamental projetada por Heidegger. Como resultado mais geral, a presente abordagem da dúvida corporal estabelece a sugestão de que a abordagem fenomenológico-hermenêutica da enfermidade precisa ser executada em colaboração recíproca com a investigação empírica sobre a experiência significativa, explicando compromissos ontológicos a partir do pluralismo ontológico hermenêutico.

PALAVRAS-CHAVE: Fenomenologia-hermenêutica. Enfermidade. Dúvida corporal. Confiança. Memória procedimental. Pluralismo ontológico


André Leclerc (UnB/CNPq)

COMO SER INTENCIONALISTA E DISPOSICIONALISTA

RESUMO: Intencionalistas acreditam que a intencionalidade, a propriedade relacional de ser acerca de algo, é constitutiva do mental. De acordo com a Tese de Brentano: 1) o mental é intencional; 2) nada físico é intencional. O disposicionalismo, acredito, deve ser ampliado para incluir todas as propriedades mentais que também são propriedades disposicionais realizadas fisicamente no cérebro e no sistema nervoso como um todo, da mesma maneira que a solubilidade do açúcar é realizada na sua estrutura molecular. Meu objetivo é mostrar como podemos ser intencionalistas (aceitar a primeira parte da Tese de Brentano) e disposicionalistas ao mesmo tempo (aceitar que os estados, atos e eventos mentais intencionais tenham uma base física de realização). Resumindo em um slogan: o intencional é a manifestação de disposições mentais. As disposições em geral, e as disposições psicológicas em particular, têm dois lados (two-sidedness): elas pressupõem uma realização física, de um lado, e de outro, uma manifestação que é propriamente mental. Uma exposição sobre a linguagem se faz necessária neste contexto, pois as representações públicas também instanciam propriedades semânticas que são intencionais, e muitos de nossos estados mentais têm conteúdo especificado pelo uso de uma frase de uma língua pública.

PALAVRAS-CHAVE: Intencionalismo. Disposicionalismo. Mental. Físico. Manifestações.

 

15 de Dezembro (17 às 20 horas/YouTube)

Marcelo D. Boeri (PUC-Chile)

ALMA, MENTE Y VIDA EN ARISTÓTELES

RESUMEN: Aristóteles es probablemente el primer filósofo que trató sistemáticamente el fenómeno de la vida. Su explicación de dicho fenómeno se conecta directamente con varios problemas epistemológicos (que tienen que ver con la percepción, la imaginación y el pensamiento) que resultan claves en el proyecto aristotélico. En esta presentación discutiré algunos aspectos de la psicología aristotélica y procuraré mostrar algunos puntos de acuerdo y desacuerdo entre la teoría aristotélica del alma y algunos debates contemporáneos de la mente. Mostraré brevemente cómo algunos estudiosos de Aristóteles han leído su psicología partiendo de algunos supuestos de la filosofía de la mente contemporánea. Después de tratar muy resumidamente algunos aspectos importantes del modelo psicológico de Aristóteles, indicaré por qué algunas de sus ideas y puntos de vista todavía pueden tomarse en serio, y por qué (siguiendo los rótulos habitualmente empleados en la filosofía de la mente contemporánea) dicha psicología puede ser leída desde perspectivas diferentes.

PALABRAS CLAVE: Aristóteles. Alma. Mente. Vida.


José Trindade Santos (UFC)

A CAPTAÇÃO DO OBJETO COGNITIVO PELA EPISTEMOLOGIA DE ARISTÓTELES

RESUMO: O texto tenta construir um argumento sobre a captação de objetos cognitivos pela alma, em Aristóteles. Da repetição de percepções indiferenciadas, a imaginação obtém imagens que condensa numa única experiência, da qual forma o universal. Esse resultado só pode ser atingido porque os dados colhidos das faculdades perceptivas são traduzidos pelos elementos significativos da linguagem, permitindo a formulação de juízos verdadeiros e falsos, pelos quais a realidade pode ser descrita.

PALAVRAS-CHAVE: Aristóteles. Percepção. Sensíveis. Imaginação. Experiência. Universais.


16 de Dezembro (17 às 21 horas/YouTube)

Marcelo Carvalho (UNIFESP/CNPq)

CONCEITOS PSICOLÓGICOS EM NEUROCIÊNCIA COGNITIVA: ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DA NEUROCIÊNCIA DE BENNETT & HACKER

RESUMO: O uso de conceitos psicológicos na neurociência cognitiva é fortemente criticado por Bennett & Hacker em Philosophical Foundations of Neuroscience. Sua objeção central dirige-se à atribuição ao cérebro pela neurociência de conceitos psicológicos que são significativos apenas quando aplicados a todo o ser. Esse é supostamente o caso de “ver”, “comunicar” e “ler”. Bennett & Hacker identificam em tais atribuições o que eles chamam de falácia mereológica. A revisão crítica do argumento de Bennett & Hacker é uma oportunidade para apresentar o debate sobre filosofia e neurociência psicológica e delinear uma perspectiva wittgensteiniana sobre o significado dos conceitos psicológicos, seu interesse e sua relevância para a pesquisa científica. 

PALAVRAS-CHAVE: Neurociência Cognitiva. Filosofia da Mente. Wittgenstein

Mesa-Redonda: II Workshop 4-E Cognition

Eros Carvalho (UFRGS/CNPq)

A ABORDAGEM ECOLÓGICA DAS HABILIDADES E A EPISTEMOLOGIA DOS EIXOS

RESUMO: Neste comunicação, apoio-me na interpretação da Moyal-Sharrock de que as proposições “hinge” são maneiras de agir para oferecer uma proposta própria sobre como compreender essas proposições. Argumento que a posição da Moyal-Sharrock deixa algumas lacunas, ela não explica a origem das nossas certezas fundamentais. A leitura dela também carece de recursos para responder ao problema da demarcação, não é claro como distinguir maneiras de agir que podem legitimamente cumprir o papel de fundamento não-fundamento das que não podem. Sem uma resposta para este problema, a ameaça relativista é séria. Proponho então que as proposições “hinge” são maneiras de agir constitutivas de habilidades. Articulo também uma abordagem ecológica das habilidades, a qual me possibilita explicar por que habilidades são embebidas-de-realidade e, por conseguinte, por que as maneiras de agir que as constituem são fundamentos não-fundamentados legítimos. Com base nessa abordagem, ofereço uma resposta para o problema da demarcação que afasta a ameaça relativista.


Giovanni Rolla (UFBA)

ANTIRREPRESENTACIONALISMO E HEGEMONISMO EXPLANATÓRIO NAS CIÊNCIAS COGNITIVAS

RESUMO: Nos últimos 30 anos, as ciências cognitivas passaram por um movimento conhecido como virada pragmática, que de um modo geral, representa a superação do paradigma anterior, o cognitivismo de velha guarda. Proponentes desse novo movimento enfatizam a ação, a corporeidade e a situação—que até então eram amplamente ignoradas—como centrais para explicações sobre a cognição. Dentro do novo paradigma que então surgia, algumas vertentes teóricas avançaram também uma proposta mais radical e contestaram a viabilidade do conceito de representação mental, um resíduo persistente, tanto filosófica quanto empiricamente, do paradigma cognitivista. É nesse contexto que surgem dois tipos de argumentos antirrepresentacionalistas: um argumento epistemológico e um argumento ontológico. O primeiro dispensa a necessidade de postular representações para a explicação de toda e qualquer performance cognitiva, enquanto o segundo contesta a possibilidade de naturalizar representações mentais. Argumento que um antirrepresentacionalismo de caráter ontológico implica um hegemonismo explanatório—a suposição de que uma única abordagem deve explicar todas as dimensões da cognição. Dado isso, argumento que devemos evitar o hegemonismo explanatório nas ciências cognitivas, e ofereço razões positivas para aceitarmos um pluralismo explanatório através do exame de explicações filogenéticas e funcionais da autoconsciência, da memória episódica e do raciocínio.


Nara Figueiredo (UNICAMP)

A RELEVÂNCIA DA ANÁLISE DE PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE SENTIDO PARTICIPATIVO EM CONTEXTOS DE IMPROVISAÇÃO

RESUMO: A teoria enativista linguística propõe uma compreensão da linguagem como séries de hábitos que se sedimentam no decorrer da vida tanto em função das nossas constituições orgânicas quanto em função das nossas práticas sociais. Ações são significativas para quaisquer organismos vivos devido à nossa precariedade biológica e ímpetos de preservação e inclusão em dinâmicas de interação, seja se seres sociais ou não. Os sentidos que ações possuem ou adquirem são relativos tanto ao contexto de identificação quanto aos históricos dos organismos e das interações entre organismos e com sistemas não vivos. Para investigar a linguagem, comumente optamos por investigar estruturas regulares específicas já sedimentadas que podem ser destacadas das experiências e ações dos agentes. No entanto, a partir de uma perspectiva enativista linguística, aspectos dialéticos da nossa existência linguística podem e devem ser investigados em seus processos de criação e sedimentação. Por essa razão, sugiro que identificação de processos dialéticos em contextos de criação e sedimentação significativa não verbais, como a improvisação situada composicional em dança, pode propiciar o desenvolvimento de elementos do modelo dialético enativista linguístico, tais como as dialéticas entre espontaneidade e sedimentação, atos parciais e atos sociais, atos regulatórios e regulados, produção e interpretação de ações significativas, coordenação e descoordenação de ações e movimentos, atos complementares e conflitantes, dentre outros. Nessa apresentação vou falar dos primeiros passos dessa compreensão de processos de criação de sentido participativo em contextos de improvisação composicional situada em dança.


Marcos Silva (UFPE/CNPq)

LINGUAGEM E ENATIVISMO:  UMA RESPOSTA NORMATIVA PARA A OBJEÇÃO DE ESCOPO E O PROBLEMA DIFÍCIL DO CONTEÚDO

RESUMO: A linguagem não precisa ser vista como um problema para enativistas radicais. A objeção do escopo usualmente apresentada para criticar explicações enativistas só representa um problema, se tivermos uma visão referencialista e representacionalista da natureza da linguagem. Apresentamos uma hipótese normativa para a grande questão do problema difícil do conteúdo, a saber, a respeito de como práticas linguísticas se desenvolvem de mentes sem conteúdo. Nós portamos conteúdo representacional quando dominamos relações inferenciais e dominamos relações inferenciais quando dominamos relações normativas, especialmente quando somos introduzidos em quadros de autorizações e proibições. Inspirados no antiintelectualismo do segundo Wittgenstein e no inferencialismo de Brandom, apresentamos a hipótese que a linguagem emerge da ação inferencialmente articulada a partir de elementos normativos e não da manipulação em estados mentais internos de conteúdos fixados pela referência a coisas externas.

PALAVRAS-CHAVE: Enativismo. Linguagem. Normatividade. Brandom. Wittgenstein.


Canal do YouTube: linguagemecognicao


VII Encontro Linguagem e Cognição: 14, 15 e 16 de Dezembro às 17h (Transmissão pelo YouTube)


O Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição (UFAL/CNPq) realizará o VII Encontro Linguagem e Cognição nos dias 14, 15 e 16 de dezembro, a partir das 17 horas (a transmissão será feita pelo YouTube). Este é o evento mais importante realizado no Estado de Alagoas sobre as temáticas de Filosofia da Linguagem, Filosofia da Mente, Epistemologia, Filosofia da Ciência, Ciências Cognitivas e Lógica, tendo reunido pesquisadores de várias partes do Brasil em suas edições anteriores.

    Historicamente, a mobilização do pensamento neste âmbito de investigação filosófica, expressa nos quatro livros do Grupo de Pesquisa, iniciou-se em 2014, com a realização do 1º Encontro Linguagem e Cognição da UFAL, que gerou o primeiro volume da série de livros de coletâneas produzidos por participantes do Encontro e por convidados: Escritos de Filosofia: Linguagem e Cognição, em 2015. Este processo de promover os Encontros, editar e publicar textos de colegas pesquisadores envolvidos, direta e indiretamente com o âmbito de investigação e/ou com os Encontros, repetiu-se duas vezes até o momento. Com a publicação, em 2017, do Escritos de Filosofia II: Linguagem e Cognição e, em 2019, do Escritos de Filosofia III: Linguagem e Cognição. Ao todo, nestes três volumes, tivemos a contribuição de 40 pesquisadores, produzindo 37 capítulos, provenientes de 12 instituições de ensino superior do Brasil, especialmente, do Nordeste brasileiro. O mesmo processo se repetiu mais uma vez para a confecção da quarta coletânea, Escritos de Filosofia IV: Linguagem e Cognição, que será lançada em dezembro de 2020 pela Editora Fi. Nela, contamos com a contribuição de 22 pesquisadores, oriundos de 15 instituições de ensino superior brasileiras e uma estrangeira, produzindo 19 capítulos.

    Além dos 4 volumes desta Série, o Grupo de Pesquisa também editou o Dossiê Linguagem e Cognição, na Revista Prometheus, em 2020, o que mostra capacidade de mobilização de pesquisadores, perseverança editorial e temática nas publicações (muitos dos textos que serão apresentados neste VII Encontro Linguagem e Cognição estão gratuitamente disponíveis neste número especial da Prometheus).

 

Programação 

14 de Dezembro (17 às 20 horas/YouTube)

Róbson Ramos dos Reis (UFSM/CNPq)

FENOMENOLOGIA HERMENÊUTICA E AS NOÇÕES DE CONFIANÇA E MEMÓRIA CORPORAL NA DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA DA ENFERMIDADE


André Leclerc (UnB/CNPq)

COMO SER INTENCIONALISTA E DISPOSICIONALISTA

 

15 de Dezembro (17 às 20 horas/YouTube)

Marcelo D. Boeri (PUC-Chile)

ALMA, MENTE Y VIDA EN ARISTÓTELES


José Trindade Santos (UFC)

A CAPTAÇÃO DO OBJETO COGNITIVO PELA EPISTEMOLOGIA DE ARISTÓTELES

 

16 de Dezembro (17 às 21 horas/YouTube)

Marcelo Carvalho (UNIFESP/CNPq)

CONCEITOS PSICOLÓGICOS EM NEUROCIÊNCIA COGNITIVA: ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DA NEUROCIÊNCIA DE BENNETT & HACKER


Mesa-Redonda: II Workshop 4-E Cognition

Eros Carvalho (UFRGS/CNPq)

A ABORDAGEM ECOLÓGICA DAS HABILIDADES E A EPISTEMOLOGIA DOS EIXOS


Giovanni Rolla (UFBA)

ANTIRREPRESENTACIONALISMO E HEGEMONISMO EXPLANATÓRIO NAS CIÊNCIAS COGNITIVAS


Nara Figueiredo (UNICAMP)

A RELEVÂNCIA DA ANÁLISE DE PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE SENTIDO PARTICIPATIVO EM CONTEXTOS DE IMPROVISAÇÃO


Marcos Silva (UFPE/CNPq)

LINGUAGEM E ENATIVISMO:  UMA RESPOSTA NORMATIVA PARA A OBJEÇÃO DE ESCOPO E O PROBLEMA DIFÍCIL DO CONTEÚDO

 

Canal do YouTube: linguagemecognicao


Para acessar os Resumos, clique aqui.


Inscrições Gratuitas, clique aqui.

Observação: Os certificados serão emitidos para as pessoas que participarem dos 3 dias de evento. Para tanto é preciso fazer sua inscrição no site do evento, na plataforma Doity (link acima), bem como assinar a lista de frequência de todos os dias do evento.


Eventos Anteriores: Encontro Linguagem e Cognição (2014-2019)


Livro Digital: Escritos de Filosofia III: Linguagem e Cognição


Página da Anpof: Agenda Anpof

 

Comissão Organizadora:

Marcus José Souza (UFAL)

João Dias (UFAL)

Maxwell Lima Filho (UFAL)

Marcos Silva (UFPE)

Grupo de Linguagem e Cognição lança 3º volume de livro sobre filosofia: 'Escritos de Filosofia 3' pode ser baixado gratuitamente no site da editora Fi



Por: Pedro Ivon - estagiário de Jornalismo - 16/12/2019 às 07h45 - Atualizado em 13/12/2019 às 09h42
No começo deste mês foi lançado, por meio da Editora Fi, o livro Escritos de Filosofia 3: Linguagem e Cognição, que tem como organizadores os professores Marcus José Alves e Maxwell Morais de Lima. A obra foi fruto do Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que desde 2014 reúne profissionais de Filosofia de várias instituições para apresentar e debater suas pesquisas nos encontros do Grupo. 
O livro reúne textos do 4º Encontro Linguagem e Cognição, que aconteceu em novembro de 2017, tendo como integrantes os profissionais de universidades de diversas partes do país, como as federais do Amazonas (Ufam), do Piauí (UFPI), de Sergipe (UFS), de Pernambuco (UFPE),  e da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, entre outras. 
Com o Escritos de Filosofia 3, o leitor poderá ter acesso a uma variedade de assuntos, autores e abordagens. A obra pode ser adquirida gratuitamente pelo site da editora, clicando aqui
Próximo lançamento 
Mesmo com a terceira edição de Escritos de Filosofia ter sido recém-lançada, o próximo volume já está sendo desenvolvido, com previsão de publicação em 2020. A obra será integrada pelos palestrantes do 6º Encontro Linguagem e Cognição, que foi realizado em outubro deste ano, e do 10º Seminário Integrado Linguagem e Cognição, que teve início na última segunda-feira (9) e seguiu durante toda a semana.

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Escritos de Filosofia III: Linguagem e Cognição (Editora Fi, 2019) - Marcus José Alves de Souza & Maxwell Morais de Lima Filho (Organizadores)

Este livro é mais um fruto da atividade do Grupo de Pesquisa Linguagem e Cognição da UFAL, a continuidade de um trabalho que, desde 2014, reúne profissionais de Filosofia de variadas instituições para apresentarem e debaterem suas pesquisas nos vários Encontros do Grupo. A perspectiva é criar uma tradição de publicações, contribuindo para o avanço das discussões filosóficas em Alagoas, através dos que tomarem contato com cada publicação da série: Escritos de Filosofia: Linguagem e Cognição.

Acesse gratuitamente o livro aqui.

ISBN: 978-85-5696-748-0
Nº de pág.: 241

Sumário

Apresentação ......................................11
Marcus José Alves de Souza

1...........................................................14
Centralidade da Linguagem e a Nova Proposta de Articulação da Teoria Filosófica
Manfredo Araújo de Oliveira

2.......................................................... 40
Encheirídion, Capítulo I: Traduções e Comentários
Aldo Dinucci; Alfredo Julien; Antonio Carlos Tarquínio

3...........................................................53
A Consciência (de) Si Sartriana na Perspectiva da Filosofia Analítica da Mente
Tárik de Athayde Prata

4.......................................................... 69
A Consciência É um Fenômeno Biológico: A Crítica de John Searle às Principais
Correntes da Filosofia da Mente
Maxwell Morais de Lima Filho

5......................................................... 98
Da Natureza Humana: As Perspectivas Epistemológicas de Piaget, Chomsky e
Foucault
Argus Romero Abreu de Morais

6.........................................................116
Consciência, Linguagem e Natureza em Nietzsche: A Leitura de Günter Abel
Gustavo Bezerra do Nascimento Costa

7..........................................................133
Habermas e o Problema do Mundo Objetivo em Verdade e Justificação
Juliano Cordeiro da Costa Oliveira

8 .........................................................146
Por que Jogos São Filosoficamente Relevantes para se Pensar a Natureza de Sistemas
Formais? Uma Abordagem Wittgensteiniana
Marcos Silva

9...........................................................158
Revisitando o Argumento da Linguagem Privada
Marcus José Alves de Souza

10 ........................................................ 172
O que Há de Errado com o Pensamento Crítico?
Ricardo S. Rabenschlag

11..........................................................184
A Teoria Trivalente da Vagueza e o Problema da Precisão
Sagid Salles

12 ........................................................ 201
O Leibniz de Deleuze: Uma Introdução à Lógica do Sentido
William de Siqueira Piauí

Sobre os Organizadores.........................242

Fonte: Editora Fi

Minicurso ressalta 'problemática dos atos de fala': Atividade com professor da UnB faz parte da programação do 10º Seminário Integrado Linguagem e Cognição

Por: Ascom Ufal - 29/11/2019 às 08h20 - Atualizado em 28/11/2019 às 12h27


Divulgação

Entre os dias 9 e 13 de dezembro será realizada a décima edição do Seminário Integrado Linguagem e Cognição (Silc).  O evento é gratuito e aberto aos interessados nas áreas de lógica, filosofia da linguagem, filosofia da mente, ciências cognitivas e epistemologia.

O professor André Leclerc, da Universidade de Brasília (UnB) e colaborador do mestrado acadêmico em Filosofia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é o convidado para ministrar o minicurso Introdução à Problemática dos Atos de Fala.

Leclerc é doutor em Filosofia pela Université du Quebec (1990), publicou dezenas de artigos e capítulos e é autor dos livros Théorie du Langage et de L'énonciation dans la Grammaire Générale Classique: De Port-Royal à Destutt de Tracy (Editora CRV, 2017); e Uma Introdução à Filosofia da Mente (Editora Appris, 2018). Ele coordenou oito projetos de pesquisa, orientou 32 dissertações e seis teses, foi presidente da Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica (2012-2014), tesoureiro da Associação Latino-Americana de Filosofia Analítica (2012-2014) e é pesquisador do CNPq.

A programação do evento também contempla Comunicações Orais de estudantes de graduação e pós-graduação da Ufal, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O evento ocorrerá a partir das 13h30 no miniauditório do curso de Filosofia e terá inscrições gratuitas no local.

A comissão organizadora do 10º Silc é composta pelos professores Marcus José Alves de Souza, Juliele Maria Sievers, Ricardo Seara Rabenschlag e Maxwell Morais de Lima Filho. Apoiam o evento as coordenações do curso de Filosofia e do PPGFIL, além da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propep) e o Grupo Cognição e Consciência (UFPE).

Mais informações e inscrições podem ser obtidas na página do evento.


X Seminário Integrado Linguagem e Cognição (X SILC): 9 a 13 de dezembro de 2019


André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Entre os dias 9 e 13 de dezembro de 2019 será realizada a décima edição do Seminário Integrado Linguagem e Cognição (X SILC).

O Minicurso intitulado Introdução à Problemática dos Atos de Fala será ministrado por André Leclerc, Doutor em Filosofia pela Université du Quebec (1990), Professor Associado da Universidade de Brasília (UnB) e Professor Colaborador do Mestrado Acadêmico em Filosofia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Leclerc publicou dezenas de artigos e capítulos e é autor dos livros Théorie du Langage et de L'énonciation dans la Grammaire Générale Classique: De Port-Royal à Destutt de Tracy (Editora CRV, 2017) e de Uma Introdução à Filosofia da Mente (Editora Appris, 2018).Ele coordenou 8 Projetos de Pesquisa, orientou 32 Dissertações de Mestrado e 6 Teses de Doutorado, foi Presidente da Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica (2012-2014), Tesoureiro da Associação Latino-Americana de Filosofia Analítica (2012-2014) e é Pesquisador do CNPq.

Também contaremos com Comunicações Orais de estudantes de Graduação e de Pós-Graduação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), da Universidade Federal de Pernambuco (UFAL), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

O evento ocorrerá a partir das 13h30min no Miniauditório do Curso de Filosofia da UFAL e terá inscrições gratuitas no local.

Apoio: Curso de Filosofia da UFAL, PPGFIL-UFAL, PROPEP-UFAL, Grupo Cognição e Consciência (UFPE).

Comissão Organizadora:

Programação

9 de dezembro (2ª-feira)

Comunicação Oral (13h30min): Em Defesa de uma Abordagem Radicalmente Enativa para a Percepção
Deyvisson Fernandes Barbosa (PUC-Rio)

Comunicação Oral (14h): Forma dos Objetos Simples e Princípio do Contexto
Luiz Henrique da Silva Santos (PUC-Rio)

Minicurso (14:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Intervalo (16h): Cafezinho

Minicurso (16:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

10 de dezembro (3ª-feira)

Comunicação Oral (13h30min): Pressupostos da Explicação Científica dos Transtornos Mentais na Neuropsiquiatra Cognitiva
Rondineli Bezerra Mariano (UFJF)

Comunicação Oral (14h): A Crítica de David Rosenthal à Concepção de Qualia como Propriedade Intrínseca da Consciência
Frank Campos (UFPE)

Minicurso (14:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Intervalo (16h): Cafezinho

Minicurso (16:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

11 de dezembro (4ª-feira)

Comunicação Oral (13h30min): Explicações Adequadas na Geometria segundo Aristóteles
Rafael de Souza (UFPE)

Comunicação Oral (14h): O Argumento Kantiano das Contrapartes Incongruentes e o Conteúdo Essencialmente Não Conceitual
Thiago Andrade (UFPE)

Minicurso (14:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Intervalo (16h): Cafezinho

Minicurso (16:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

12 de dezembro (5ª-feira)

Comunicação Oral (13h30min): Só Temos Contradição quando a Derivamos?
Cinthya Daniele da Silva Fernandes (UFAL)

Comunicação Oral (14h): Wittgenstein como Interpretação da Arte segundo Morris Weitz
Leonildo Galdino de Santana (UFPE)

Minicurso (14:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Intervalo (16h): Cafezinho

Minicurso (16:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

13 de dezembro (6ª-feira)

Comunicação Oral (13h30min): Animalidade das Hinges
Paloma de Souza Xavier (UFPE)

Comunicação Oral (14h): As Críticas de L. J. Cohen ao Conceito de Ilocução na Teoria dos Atos de Fala de Austin
Euclides Barbosa Ramos de Souza (UFPE)

Minicurso (14:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Intervalo (16h): Cafezinho

Minicurso (16:30h): Introdução à Problemática dos Atos de Fala
André Leclerc (UnB/Mestrado em Filosofia da UFAL)

Fotos do VI Encontro Linguagem e Cognição (16, 17 e 18 de outubro de 2019)